As leituras que faço são apenas umas dentre várias que possam existir sobre uma mesma coisa, sobre algumas coisas dentre tantas outras que talvez nem conheça...
27/01/2008
24/01/2008
05/01/2008
Dicas para conviver bem com as pessoas
É possível competir e galgar bons lugares na vida sem ofender e passar por cima de ninguém. Como exemplo, posso até citar um grande empresário do Piauí: João Claudino. Alguém questiona seus atos? Alguém quer saber que meios ele utilizou para chegar aonde está? Não. Isso tudo acontece porque ele conseguiu conquistar a simpatia de seus funcionários e da sociedade em geral e hoje é visto como um homem preocupado com as causas sociais e com o bem-estar de seus funcionários. Até fazer um filho senador ele conseguiu, mas ninguém se pergunta como e para quê isso foi feito. "O sucesso santifica os meios".
Não quero e nem tenho competência (ainda, rsrsrs) para ensinar como ser um João Claudino da vida. Quero apenas dizer que é possível alcançar nossos objetivos conquistando a simpatia das pessoas.
Cada qual tem uma cabeça, suas idéias, sua cultura, sua história. Ninguém é igual a ninguém. Até mesmo entre grandes amigos, podem acontecer atritos devido à divergência entre as idéias. É por isso que hoje decidi dar umas dicas de como conviver bem com as pessoas (para aqueles que consideram isso importante e para aqueles que não estão nem aí - estes, podem deixar suas críticas).
Para realizar tal tarefa, recorro à minha própria experiência de atendimento ao público durante mais de três anos em que convivi com diversos tipos de pessoas - tanto colegas de trabalho, como clientes. Também recorrerei a um pequeno manual, "Superdicas para falar bem em conversas e apresentações", do escritor Reinaldo Polito, nos itens em que julgar cabíveis à minha proposta.
3- Não arme barraco. Existem pessoas que fazem confusão por qualquer besteira e discutem essas besteiras como se estivessem defendendo sua própria vida. Nesses casos, avalie se é realmente importante tentar convencer o outro do seu ponto de vista. Se não for, melhor é ficar calado. Às vezes é a melhor alternativa.
POLITO, Reinaldo. Superdicas para falar bem: em conversas e apresentações. São Paulo: Saraiva, 2005.
29/12/2007
Mensagem de fim de ano
O que eu fiz pelas pessoas ao meu redor neste ano? Será que eu poderia ter feito mais por alguém? Será que eu magoei muitas vezes? Será que fui ética em minhas atitudes? Será que consegui expressar meus sentimentos a quem amo? Será que consegui demonstrar o quanto existem pessoas importantes para mim?
Às vezes nos preocupamos tanto com nossas metas, que nos esquecemos de perguntar sobre nossas ações para com as outras pessoas. Penso que o mundo hoje está do jeito que está por causa do egocentrismo, da indiferença aos problemas do outro.
Essa é minha mensagem de final de ano a todos que passam por aqui: que o ano de 2008 seja um ano em que nos preocupemos em organizar metas para a nossa vida. Que essas metas incluam também a vontade de fazer bem ao outro, de amar, de sorrir, de se dedicar ao trabalho, ao estudo, tudo isso feito com amor. Que não sejamos modestos, mas tenhamos humildade para reconhecer nossas qualidades e defeitos. Que tentemos ao nosso modo cultivar a paz, a fraternidade, o amor.
Sobre o amor
Li num livro (O monge e o executivo) que o amor é na verdade uma atitude. Não somos obrigados a gostar de todas as pessoas, afinal nem sempre nossa personalidade combina com a outra. Mas devemos tentar agir com amor, que é tratar bem mesmo aquele que você não gosta, que não tenha afinidade. É tratar com respeito a quem quer que seja. Que 2008 seja, então, o ano de cultivar o amor.
22/12/2007
Uma visão sobre o jornalismo
Comecei a estagiar na área jornalística no início de outubro. Eu trabalhava em um portal de notícias de Teresina, abastecendo-o com notícias dos mais variados campos, retiradas de agências e sites nacionais. Quando algo interessante acontecia aqui, eu colhia as informações e produzia meus textos. Mas eu sentia falta de algo mais.
Na semana passada, sem que eu esperasse, recebi a proposta de ir estagiar em outro portal. Na verdade, a maior intenção desse portal é se constituir como uma TV online. Eu não sabia ao certo o que me esperava, mas decidi arriscar e fui fazer o teste.
Na sexta-feira (14) recebi a resposta de que havia sido aprovada para estagiar no TV Canal 13. Fiquei feliz, porque percebi que eles têm uma boa estrutura e uma equipe muito motivada. Fiquei feliz também porque descobri aquilo que me fazia falta antes: ir pra rua, “dar de cara” com a notícia, falar com as pessoas, entrevistá-las, tirar fotos dos acontecimentos... enfim, não nasci para ficar dentro de uma sala de frente para o computador.
Fiquei feliz também porque descobri que nesse novo trabalho terei a oportunidade de aprender o jornalismo em diversas áreas: portal (com os textos escritos), rádio e TV. Logo no domingo gravei minhas primeiras matérias de vídeo: a cobertura do primeiro dia de vestibular da UFPI, o 2º turno da eleição para o Diretório Estadual do PT e uma resposta do secretário de Saúde (Assis Carvalho) ao senador Heráclito Fortes. Outro fato que me deixa tranqüila, é o de que a empresa que faço parte não depende de órgãos públicos para sobreviver. Muitos sabem que aqui em Teresina a maioria das empresas de comunicação depende do dinheiro governo, da prefeitura, de políticos, para continuar a existir. Assim, o financeiro acaba se sobrepondo ao que é fato e muitos acontecimentos podem não ser noticiados ou distorcidos. Lá não terei esse problema.
Minha visão de jornalismo
Eu não tenho a visão romântica de que o jornalismo é capaz de mudar o mundo. Mas também acho que o jornalista não se deve vender para ele. Alertar as pessoas para a realidade, falar sobre aquilo que nem sempre é lembrado (mas que serve de exemplo para muitas pessoas), mostrar o que há de errado, o que pode melhorar, enfim, abrir a mente das pessoas: essa é minha visão do papel do jornalista. Por mais que seja difícil, esse profissional não pode desistir de fazer isso, senão perde a essência de seu papel. Afinal, a mídia, que se auto-afirma como quarto poder, só o é se o público lhe conceder tal poder. É para esse público que devemos trabalhar.
08/12/2007
Coisas de Viagem – Parte 7
Além da participação e apresentação de trabalhos em um congresso numa das mais conceituadas universidades da Europa, viajar para Portugal significou para mim uma experiência ainda maior. Significou também entrar em contato com outra cultura, outro modo de vida, outra maneira de se ler o mundo. Foi por isso que eu, Aline e Felipe tentamos aproveitar ao máximo cada minuto daqueles dias.
Foi marcada uma festa para depois do último dia do congresso. Algo fora da programação do evento, uma iniciativa dos próprios congressistas. O pessoal marcou de se encontrar num pub chamado de “A Velha Branca”. Antes de irmos pra lá, saímos para comer pizza com Manuel, Hélder e um rapaz chamado Gabriel. Este último era um brasileiro aspirante de europeu. Falava como português, gabava-se de estudar na Europa, enfim, era um chato. Simplesmente, não suporto gente besta e convencida. Ser brasileiro é legal. Morar em Portugal não quer dizer que você tem que deixar de ser brasileiro, querer deixar de lado suas origens. Assim como os brasileiros, portugueses também têm defeitos. Enfim, vamos falar de coisas importantes.
Chagando na “Velha Branca”, ficamos numa rodinha de brasileiros muito animados, que faziam questão de cantar alto músicas do Brasil. Todo mundo ficava olhando, mas... tudo bem... De lá, fomos, junto com o restante do pessoal para a festa que aconteceu num lugar chamado “Insólito” que, por sinal, era mesmo insólito. Dançamos, nos divertimos até de madrugada. Eu voltei para a pousada junto com Aline, Hélder e Manuel. Felipe ficou mais um pouquinho curtindo a festa.
Este foi um dos últimos momentos que passamos
